1º de abril: o dia que de fato assumimos nossa mentira?

Por Fredi Jon Chamam de dia da mentira. Mas isso já soa ingênuo demais. A mentira, quando é forte o suficiente, não precisa de data, ela vira ambiente, vira cultura, vira ar. E o mais inquietante: a gente aprende a respirar isso sem perceber. No Brasil, a ilusão mais sofisticada é a que conforta. A gente pensa que vota, que decide, que muda rumos. Mas se o jogo continua praticamente o mesmo, eleição após eleição, talvez o voto não seja poder, seja apenas um ritual que nos dá a sensação…

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