Por Fredi Jon Naquele Dia dos Pais, a família imaginava apenas uma serenata. Quando os músicos terminaram a última canção, houve aplausos, abraços e aquele silêncio bonito que costuma aparecer quando alguma coisa toca mais fundo do que esperávamos. O pai sorriu. Olhou para os filhos, respirou devagar e tirou do bolso uma folha dobrada. — Eu escrevi isso para vocês. E começou a ler: “Meus filhos, Hoje eu estava pensando em quanto tempo já caminhamos juntos. É curioso… a gente passa tantos anos tentando ensinar os filhos a andar e,…
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