Por Fredi Jon O telefone morreu. Não houve velório, nem missa de sétimo dia. Talvez porque ninguém tenha percebido exatamente quando. Esse pensamento me ocorreu ao voltar de uma serenata. Eu estava com vontade de ligar para um amigo e contar um fato tão divertido que, por telefone, provavelmente renderia boas risadas. Era daqueles acontecimentos que precisam ser contados com entusiasmo, com pausa, com exagero, com aquela interrupção inevitável de quem começa a rir antes mesmo de terminar a história. Peguei o celular. Parei. Pensei: “Será que ele pode atender?”…
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